Dica de leitura: Jogos Vorazes


Oi, oi. Tudo bem com vocês? Eu sou a Ruby White e fico bem contente de indicar mais outra saga maravilhosa para vocês. Honestamente, não li nenhum livro completo recentemente e seria complicado resenhar algo que li tempo atrás. Então hoje por que não falar de algo que mesmo que tenha um tempinho que tenha lido, eu possa falar de forma bem mais ampla para vocês?

"Sua moradia é o “Distrito 12”, uma região de um país de nome Panem. Comandados a mãos de ferro pelo presidente Coriolanus Snow, os cidadãos, com exceção dos da Capital, sofrem há 74 anos com a permanência dos chamados “Jogos Vorazes”, uma batalha televisionada na qual todos os participantes devem lutar até a morte."



Jogos Vorazes é uma triologia distópica criada por Suzanne Collins em 2008. Não foi minha primeira distopia, mas a que mais amei até então (não que tenha lido muitas). Além de uma das melhores adaptações para as telinhas em comparações a muitas outras famosas por ai.


A história se passa em uma época pós apocalíptica, onde a América do Norte foi destruída, e agora é dividida por 12 distritos. A cada ano como meio de relembrar o quanto uma guerra pode ser ruim, existe uma tradição, onde cada distrito é representado por dois tributos: uma menino e um menino, com o intuito que apenas um dos vinte e quatro sobreviva em um confronto mortal: Os Jogos Vorazes.


Katniss Everdeen já tem 16 anos e se oferece como tributo quando sua irmã é sorteada como tal. Uma atitude inesperada de alguém do distrito 12.


“Não sou sempre simpática. Tudo bem, não saio por aí amando todo mundo que encontro pelo caminho, meus sorrisos não aparecem com facilidade, mas me importo com as pessoas.”


O que achei interessante e o que não gostei?


Qualquer um que tenha lido ou assistido sabe que assim com Primm (irmã da Katniss) foi sorteada como tributo, Peeta Mellark também foi. escolhido. Mesmo que no início seu relacionamento com Katniss se baseasse em pura tolerância e obrigação, com o passar do tempo pende entre agradável e confuso.


E sem percebermos logo vemos a dependência de Katniss e o amor incondicional de Peeta. Eles são os opostos um do outro. Ela não sabe expressar seus sentimentos muito bem e sempre age por impulso, apesar de sua esperteza para tomar decisões. Peeta sempre foi bom com as palavras, e ao contrário da Katniss, ele não é um lutador.


No caso, invés da mocinha ser sempre salva pelo príncipe... Aqui é o contrário. Mesmo que no final um sempre se sacrifique pelo outro. É o tipo de amor romântico que sempre vemos nos filmes e nos livros, contudo o amor não é capaz de sobreviver a tudo, ele pode resistir, não ultrapassar qualquer barreira, e temos isso também em Jogos Vorazes (hihi).


E gosto desse toque de realidade nos livros. Tudo parece tão espontâneo e calculado, e fortemente questionador. Até onde devemos obedecer ordens? Até quando devemos acreditar no que nos dizem?


O final da saga foi quase um infarto para ler. Temos aquele momento reflexivo de tudo o que aconteceu. As mortes nas arenas, a rebelião, a queda da Capital, Primm... Que é bem confuso o que Katniss faz no final. Porém, voltamos ao ponto do que originou tudo aquilo, por que terminaria de outra forma?


Achei injusto a forma como Katniss terminou. Acabamos torcendo pela personagem, tomando as suas dores quando sabemos pelo o que ela lutou do início ao fim. Por mais que tentassem controlá-la e usá-la... Katniss nasceu para ser a faísca de um incêndio incontrolável que seria a rebelião. Como alguém assim não seria imprevisível?


Katniss sempre foi o tordo.


Adaptações?


Como já disse os filmes de Jogos Vorazes é uma das melhores adaptações até o momento. Souberam aproveitar muito bem o que tinham e o que colocar ou não. Cada cena impactante dos filmes carrega o mesmo valor emocional e extasiante dos livros. Seja a morte de Rue ou o bombardeio do hospital no penúltimo filme. Me arrepio toda vez que assisto.


Se começou um com certeza vira maratona.


Posso não ter amado Esperança parte 1 e parte 2, pela agonia de tudo aquilo, porém ainda não me canso de ver e me emocionar.

Partes mais marcantes


Começar por qual, não é? Já no início vemos nossa Everdeen se sacrificando por sua família. Depois a faísca silenciosa dela e Peeta no desfile representando seu distrito, que nunca tinha sido muito alvo de expectativas...


- Seu vestido pegando em chamas. Nas duas vezes.


- A morte da Rue.


- O reencontro da Katniss e do Peeta em esperança.


- Quando Katniss visita os feridos em a Esperança também. E vemos o quanto o tordo era importante e necessário para que as coisas mudassem.


- O primeiro beijinho dos pombinhos, é claro.


O que eu aprendi com os livros?


*Como saber o seu par romântico. Se não sabe viver sem aquele boy, provavelmente ele é o amor da sua vida. Ou não. Porque não existe Peeta para todo mundo e nem uma Katniss.


*Para desafiar o patriarcado é só acertar uma flecha perto da cabeça do machista que logo eles ficam com medo.


*Se não for para causar, nem vai. Se teu vestido não pega fogo, ou não atira uma flecha para acertar, nem vale a pena.


Katniss é forte e sempre lutou pelo que achou correto. Qualquer pessoa que não fosse ela não conseguiria causar e nem chegar onde ela chegou. E acho que cada um tem uma história a criar. Porque todo mundo tem uma razão para estar vivo. Crie você mesmo ou deixe que outro faça por você.


Obrigada por terem lido, meus queridos. Tenham um ótimo final de semana. Se inscrevam no canal e no fórum do blog. E lembrem-se de curtir nossa página do facebook!

"E que a sorte esteja sempre a seu favor."

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