Resenha: Fullmetal Achemist Live Action

Aviso: Contém spoilers.


Olá, pessoal. Como está a semana? Eu iria fazer a resenha do episódio dois de Kuroshitsuji, mas... acabei me deparando com o lançamento do live action de Fullmental Alchemist, que já tem um tempinho que eu estava querendo assistir.


Então, Fullmetal Achemist é um mangá de Hiromu Arakawa lançado em 2001, adaptado em animação (anime) entre 2003 e 2004. Posteriormente, entre 2009 e 2010, foi lançado o Brotherhood, mais fiel à publicação original, do estúdio Bones em parceria com a Aniplex.


Até hoje não terminei a primeira versão do anime Fullmetal Achemist, ao ver os spoilers acabei abandonando, mas me senti bem infiel ao começar o Brotherhood sem ter terminado o outro, por fim empaquei no meio do caminho.

Uma das primeiras coisas que realmente me chamou a atenção na adaptação, foram a caracterização dos personagens. Tanto as roupas quanto a aparência de muitos personagens estava tão parecida com a do anime e melhorada, que realmente me apeguei um pouco nisso. Os oficiais ficaram tão lindos no uniforme e realmente me apaixonei pela capa (casaco?) do Edward. Sem comentar sobre os homunculus, eles ficaram muito parecidos, tipo, muito. E a Luxúria parecia brilhar na diabolicalidade toda vez que aparecia.

No fim, a obra não me impressionou, mas também não entendiou. Ela teve seus momentos. Mesmo que tenha ficado bem animada com o trailer, não foi uma decepção nem morri de amores, digamos que me lembrou, pela qualidade da trama, o live action de Kuroshitsuji.


Teve um começo, um meio e fim bem delineado, talvez um pouco desajeitado? Talvez. Teve muitos momentos que foram um pouco rápidos demais e sem muita profundidade. Não houve tempo suficiente para rolar aquele sentimento pregado na tela, quando estava quase lá, parecia não vir por completo.


Eles realmente tentaram capturar a essência de personagens de outra obra, e acho que isso atrapalhou, como normalmente acontece em adaptações desse gênero. Podemos dizer, que a mudança de cenas faltava sutileza e a trilha sonora parecia ser bem escassa.

Entretanto, além da caracterização dos personagens o final foi o que realmente trouxe emoção para o live action. Os efeito me impressionaram na qualidade desde o trailer, foi divertido ver as lutas e o uso da alquimia (hauahhau). Mesmo que tudo fosse muio corrido e inesperadamente lento em algumas cenas, o filme resumiu bem de alguma forma. O que facilita para quem não está familiarizado com o enredo.


As cenas mais marcantes para mim, foi a da quimera, que essa cena machuca o coração. Além de quando o Coronel Mustang luta com a Luxúria. e a cena dos irmãos tanto quando eles brigam, que é quando percebe-se com mais evidência o amor de Edward pelo irmão e quando, quanto no final que ele está com a pedra filosofal e não a usa.


Foi um bom filme. Acho que para quem é fã, vale muito a pena, e se não é, também não tem problema. O final, foi o tipo de final que já conhecemos: Não teve um final definitivo. Edward conseguiu o que queria que era a pedra, mas não era capaz de usá-la. Então voltamos ao ponto de partida, o que traz até um novo sentimento de que há continuação.


E aí? Gostaram da resenha? Sintam-se a vontade para comentar e tenham um bom final de semana XD.


"O Amor quando não é sentido, perde-se em palavras vazias."

R.W.























Fontes: http://aizawanikka.tumblr.com/post/159457491103/l-m-pandora-fullmetal-alchemist-live-action, http://www.comboinfinito.com.br/principal/primeiras-reacoes-ao-filme-live-action-de-full-metal-alchemist-sao-extremamente-positivas/, https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/criticas/2018/02/critica-fullmetal-alchemist, http://apenasoutrocaminho.blogspot.com.br/2012/12/resenhas-fullmetal-alchemist.html.

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